A
postagem de hoje irá abordar a relação entre os alimentos
saudáveis e seu custo na atualidade, refletindo sobre o seu consumo
entre as classes sociais. Podemos perceber esse fato quando
observamos que o preço de alimentos naturais, como por exemplo, um
suco de fruta pode custar mais caro que um refrigerante. Ou quando
observamos na feira a diferença de preço entre as frutas e verduras
'orgânicas' e as comuns. Podemos perceber nesses fatos que a cultura
de vida saudável está se transformando em algo que pode ser vendido.
Assim
observamos o crescimento do consumo de produtos industrializados. E
além disso, há o excesso de mídias incentivando o consumo de tais
produtos. As propagandas incentivam o consumo de alimentos que nem
sempre fazem bem a nossa saúde, e muitos têm em excesso nutrientes
que não devem ser consumidos em grande quantidade, como a gordura
saturada, a gordura trans, o açúcar e o sódio. E por outro lado,
observamos que tornou-se menos comum vermos propagandas estimulando o
consumo de alimentos saudáveis como verduras, legumes, frutas e
outros alimentos que são ricos em nutrientes.
Foram
surgindo produtos cada vez mais atraentes e saborosos, com a
introdução de novos ingredientes para garantir a maior aceitação
da população. Açúcar para adoçar; gordura saturada e gordura
trans para dar maior maciez, leveza e cremosidade; sódio para
acentuar o sabor; corantes para dar uma cor especial e aromatizantes
para dar um cheiro irresistível. Porém, todos esses produtos
provocaram uma redução na qualidade nutricional dos alimentos. Mas
apesar disso, alguns deles têm se tornado muito populares e cada vez
mais desejados pela população, como os salgadinhos, refrigerantes,
sorvetes, biscoitos, entre outros.
E
parcela da população habituou-se a comer esses alimentos,
desconsiderando que os excessos podem levar a diversos problemas de
saúde, como a obesidade, hipertensão, diabetes e doenças
cardiovasculares.
Desse
modo, é de grande importância o incentivo à alimentação
saudável. Lembrando que uma alimentação balanceada não
necessariamente precisa ser cara, e pode ser feita com alimentos
naturais produzidos na região onde se vive. Destacando-se que esses
hábitos podem se transformar em economia quando se percebe os
benefícios que a alimentação saudável pode trazer, prevenindo
doenças e, por conseguinte, gastos com remédios e tratamentos.
Referências
Bibliográficas
Contando
carboidratos. Alimentação saudável custa mais caro.
Disponível em:
http://contandocarboidratos.wordpress.com/2011/02/16/alimentacao-saudavel-custa-mais-caro/
Acesso em: 24/10/2014.
ANVISA.
Alimentação Saudável: Fique Esperto! Brasília/DF.
Disponível em:
http://www.anvisa.gov.br/propaganda/alimento_saudavel_gprop_web.pdf
Acesso em: 24/10/2014.